Na natureza existe uma diversidade de espécies de formiga que cultivam fungos para a alimentação. Essas formigas, chamadas de formigas cultivadoras, adubam os fungos com pedaços de folhas, insetos mortos e fragmentos vegetais. Esses insetos são um dos poucos grupos do reino animal que praticam agricultura.

Da direita para a esquerda, Corina Barrera, Emilia Albuquerque, Fredrick Larabee,Ted Shultz, Christian Rabeling e Ricardo Vicente (Foto: Corina Barrera/ ONF Brasil).

Da direita para a esquerda, Corina Barrera, Emilia Albuquerque, Fredrick Larabee,Ted Shultz, Christian
Rabeling e Ricardo Vicente (Foto: Corina Barrera/ ONF Brasil).

Para compreender melhor a natureza das interações entre esses seres vivos, o grupo de mimercólogos e micólogos nacionais e internacionais esteve, entre 3 e 10 de outubro, na Fazenda São Nicolau para o estudo das formigas e fungos existentes na região. A saída é parte de uma expedição que vem percorrendo a América do Sul para investigar as relações mutualísticas entre formigas e fungos no continente.

De acordo com Ricardo Vicente, pesquisador do Laboratório AntMor do Museu Emilio Goeldi que integrou o grupo de pesquisa, na América do Sul, foram disponibilizadas iscas de arroz no solo em diferentes localidades da Fazenda. Então, os pesquisadores seguiram as formigas que apareciam para coletar a isca até os ninhos, que foram escavados para a coleta de indivíduos.

A ONF Brasil apoiou os pesquisadores vindos do Museu Nacional de História Natural do Smithsonian, do Centro de Pesquisa em Insetos Sociais da Universidade do Estado do Arizona, do Laboratório AntMor do Museu Emilio Goeldi e da Universidade Estadual Paulista – UNESP na coleta de diferentes gêneros de fungos e formigas nas variadas formações vegetais da Fazenda São Nicolau. O material coletado contribui para o estudo de sistemática e taxonomia
desses seres vivos e para uma compreensão mais profunda da interação entre eles. A expedição segue para outras regiões do Brasil e países vizinhos e está prevista para acabar em novembro.

Roça Agroflorestal preparada para plantio (Foto: Emily Martello/ ONF Brasil).

Roça Agroflorestal preparada para plantio (Foto: Emily Martello/ ONF Brasil).

O plano de estágio do Programa de Integração Local da ONF Brasil desenvolveu uma série de atividades para fortalecer o trabalho de produção de alimentos na Fazenda São Nicolau. Saulo Thomas, engenheiro florestal do Programa, conta que a principal contribuição do estágio é a sistematização das informações sobre a produção de alimentos pelo Sistema Agroflorestal (SAF), em fase de execução. O SAF, conhecido na fazenda como Roça Agroflorestal, pretende suprir a demanda mensal da cozinha com frutas e vegetais diversificados e orgânicos, garantindo uma produção contínua de baixo custo. A perspectiva é que os produtos cultivados também possam ser distribuídos para os colaboradores da Fazenda.

A estagiária colabora também na produção do viveiro, com a elaboração de um calendário de coleta de sementes. Esse trabalho considera as espécies nativas da região utilizadas na recuperação das APPs (Áreas de Proteção Permanente) e seus períodos de floração e frutificação. As ações podem consolidar a formação de coletores organizados e também resultar na implantação de uma horta de temperos.

Além de participar das atividades na Fazenda, a estagiária atua na integração com os produtores locais de café e com os parceiros do Projeto de Assentamento Juruena, oferecendo suporte técnico— como a interpretação de análise de solo, por exemplo. O acompanhamento das ações do Projeto de Reflorestamento Afirmativo da Promotoria de Justiça de Cotriguaçu (MT), que conta com a parceria da ONF Brasil, também integra o plano de estágio.

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da estagiária Emily Martello se baseia na caracterização do SAF do agricultor Roberto Stofell, nas percepções das famílias sobre o sistema e no levantamento de dados dendrométricos. A pesquisa da estagiária pretende assegurar a continuidade do estudo iniciado por outros pesquisadores. O levantamento, por exemplo, pode ajudar no manejo das espécies florestais do SAF e na introdução de espécies frutíferas, como o café e o cacau, que se adaptam ao sombreamento intermediário. Todas essas atividades consolidam o trabalho de reflorestamento e boas práticas na Fazenda São Nicolau e na região, propondo modelos sustentáveis para outros produtores do Noroeste de Mato Grosso e ofertando comida saudável para o refeitório da Fazenda.

Veja mais fotos da ONF Brasil:

20170705_080104

20170705_092952

20170705_082225

20170707_101000

Atividades de restauro em parceria com o MPE

A iniciativa, realizada em dezembro de 2016, foi a primeira ação do projeto “10x Amazônia” e contou com a presença da sociedade civil, executores do projeto e parceiros. O plantio das espécies nativas doadas pela ONF Brasil ocorreu em uma área da União, às margens do Rio Juruena, no Projeto de Assentamento (PA) Juruena em Cotriguaçu, Mato Grosso. Em 2015, este território sofreu tentativa de grilagem, inspirando então o apoio da ONF Brasil e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Cotriguaçu (SMMA) com o oferecimento de mudas para o reflorestamento. O coordenador de silvicultura da Fazenda São Nicolau, o engenheiro florestal Alan Bernardes, forneceu as orientações técnicas para o plantio.

O “10x Amazônia”, concebido pelo Promotor de Justiça Cláudio Gonzaga, é um projeto do Ministério Público Estadual de Mato Grosso (MPE/MT) para obrigar os agentes causadores de danos ambientais a repararem a ilegalidade cometida, a fim de recuperar a área desflorestada. O objetivo é executar ações imediatas de combate ao desmatamento por meio da responsabilização civil, criminal e administrativa dos responsáveis.

A atuação do MPE/MT inicia pelas Áreas de Preservação Permanente do Rio Juruena ilegalmente invadidas e deve alcançar as demais regiões desmatadas também ilegalmente. No caso do PA Juruena, os agentes causadores dos danos foram identificados e avisados sobre o mutirão pela Policia Militar.

As ações propostas pelo projeto seguirão o Roteiro de Reflorestamento Emergencial do Bioma da Amazônia Meridional, com orientações técnicas comuns aos Planos de Recuperação de Área Degradada. Portanto, as atividades devem valorizar as espécies nativas da região e o desenvolvimento econômico local.

A intenção em longo prazo é expandir programas com este para toda a Floresta Amazônica brasileira. Desta forma, é possível preservar o bioma e ficar mais próximo da meta prometida pelo Brasil na Cúpula do Clima de Paris: zerar o desmatamento ilegal e recuperar 12 milhões de florestas devastadas até 2030.

Veja a seguir as fotos do mutirão de 17 de dezembro de 2016:

Atividades de restauro em parceria com o MPE 2

Foto: Acervo ONF/Brasil

 

Atividades de restauro em parceria com o MPE 3

Foto: Acervo ONF/Brasil

 

Foto: Acervo ONF/Brasil

Foto: Acervo ONF/Brasil

 

Atividades de restauro em parceria com o MPE 1

Foto: Acervo ONF Brasil

 

Atividades de restauro em parceria com o MPE 5

Foto: Acervo ONF Brasil

 

Serviço de resgate e cuidado é realizado pela Sema em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA). A maioria dos casos se trata de atropelamento às margens de rodovias e maus-tratos.

nature-1282230_960_720

Foto: Pixabay

Em dois anos a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA), resgatou 1.420 animais silvestres em Mato Grosso. Desse total, 151 estão no centro de triagem da sede do Batalhão, em Várzea Grande, outros 1.075 foram soltos na natureza, 49 destinados para criadouros ou guarda provisória e cerca de 140 vieram a óbito.

O médico veterinário da Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema, Christiano Justino, explica que a maioria dos animais resgatados foi vítima de atropelamento na beira da estrada, invadiu alguma área particular ou estava convivendo ilegalmente na propriedade de alguém.

Assim que é resgatado, se ele estiver com alguma fratura ou debilitado o animal passa por uma avaliação clínica no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ou no Centro Universitário de Cuiabá (Unic). Caso os animais estejam aptos para voltar à natureza são soltos, mas se eles estiverem domesticados ou com alguma deficiência física que os impossibilitem de serem reintroduzidos no habitat natural tem que ser mantido no centro de triagem da Sema e disponibilizado para guarda provisória ou enviados para criadouros.

Por enquanto, a Sema não possui um Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), por isso alguns são encaminhados para instituições com uma metodologia de criadouro conservacionista, em que o animal passa por um processo de reintrodução na natureza ou para fins de reprodução. “Muitos bichos não possuem mais as habilidades de um animal silvestre. São dóceis e precisam desenvolver seu sistema de caça e defesa para viver conforme sua espécie. Essas instituições têm essa finalidade”.

Este ano, 11 animais foram encaminhados para instituições parceiras: dois gatos mouriscos, dois veados catingueiros, dois tamanduá bandeiras, um gavião de penacho, uma anta, uma jaguatirica e duas onças (parda e pintada). Entre as instituições parceiras estão o Refugio Biológico Bela Vista e os institutos Mata Ciliar e Onça-Pintada (IOP).

Para o gerente de fauna da coordenadoria, o biólogo e sargento da PM Joelson do Nascimento de Paula, o trabalho da Sema e do batalhão ao longo desses dois anos tem sido positivo, principalmente para os animais. “As duas instituições exercem o mesmo papel e a partir do momento que elas trabalham em parceria o serviço têm mais qualidade, trazendo benefícios ao meio ambiente que fica mais equilibrado”.

Guarda provisória

A destinação de animais silvestres para guarda provisória atende à Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) n° 457/2013 que estabelece critérios a serem seguidos. No momento a Sema não possui animais disponíveis para guarda. Um novo levantamento deve ser realizado pela Sema a partir da segunda semana do mês de janeiro para atualizar a condição dos animais.

Christiano explica que os técnicos entrarão em todos os recintos para identificar a situação dos animais e assim avaliar a condição física, se há aqueles em processo de recuperação ou mesmo aptos. Assim que o levantamento for finalizado o número de animais disponíveis pra guarda será informado.

“Qualquer pessoa pode ser um guardiã desde que não esteja cumprindo pena de restrição de direitos relacionados a crimes ambientais. Só podem solicitar a guarda moradores de Mato Grosso”. Clique aqui para saber mais informações sobre guarda provisória.

Uma novidade para 2017 é que a coordenadoria está estudando uma maneira de descentralizar este serviço de forma que, além da sede, as regionais da Sema também tenham autonomia para conceder termos de guarda. “Assim o processo fica mais ágil, pois pessoas de outros municípios poderão entrar em contato com a regional da Secretaria mais próxima para solicitar a guarda de um animal impossibilitado de ser solto”.

Soltura assistida

Além dos serviços de resgate e soltura imediata à natureza, a Sema passou a realizar este ano a soltura assistida, em que o animal é monitorado por alguns meses pela equipe do órgão ambiental para ter sua aclimatação no habitat natural avaliada. “Alguns animais precisam se adaptar ao local e reaprender de forma gradativa a conviver na natureza”.

Christiano pontua que esse acompanhamento é feito porque há solturas que não podem ocorrer de maneira abrupta, “sem um preparo o animal pode se tornar presa fácil para outros animais”.

Há quase nove meses, uma anta filhote foi o primeiro animal resgatado pela Sema destinado à soltura assistida, ela foi resgatada em agosto de 2015 em uma fazenda localizada no município de Santa Rita do Trivelato (344 km ao norte de Cuiabá) e foi solta em março de 2016 em uma área de 5 mil m², situada a cerca de 50 km do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães, perto do Rio da Casca. Leia mais sobre a soltura da anta filhote neste link. Em novembro foi realizado a soltura assistida de outras duas antas.

Atualmente existem seis áreas para reintrodução de animais. Todas elas foram cedidas voluntariamente sem custo algum ao Estado. “As pessoas se solidarizam com a causa e cedem suas propriedades para realizarmos a soltura assistida. Elas constroem o recinto de acordo com a necessidade do animal”.

Criar animal silvestre é crime

A Lei Nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, estabelece pena de seis meses de detenção e multa para quem manter em casa animais silvestres sem a devida autorização/licença do órgão competente. A sanção vale também para quem matar, caçar, vender ou transportar estes animais. “Nossa equipe e os parceiros que fiscalizam e trabalham no resgate à fauna no estado estão empenhados em combater os crimes contra os animais”.

Denúncias ou informações

A Sema orienta que quem presenciar atropelamentos ou outras situações, como abandono, por exemplo, tenha cuidado. Alguns animais silvestres oferecem riscos, especialmente quando machucados. Para outras informações ou mesmo em caso de resgate, ligue para o número 190, da Polícia Militar. Em caso de dúvida, entre em contato com a Coordenadoria de Fauna: (65) 3613-7291/ faunaepesca@sema.mt.gov.br

Fonte: Governo de Mato Grosso

 

indicar

Foto: IPAM.

O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) lançou no dia 13 de setembro de 2016, em Brasília, a versão beta da Plataforma Indicar Estados, que vem sendo desenvolvida pelo IPAM desde 2013. O Indicar é uma base de dados online que disponibiliza indicadores de impacto de políticas públicas de prevenção e controle do desmatamento, que compõe os Planos de Prevenção e Combate ao Desmatamento (PPCDs) dos Estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso e Pará.

O Plano de Ação para Proteção e Controle do Desmatamento na Amazônia (PPCDAM), lançado pelo Governo Federal em 2004, é um dos principais instrumentos para a redução no desmatamento no Brasil. Entre 2004 e 2013, o Brasil reduziu em 79% o desmatamento na região, totalizando uma redução nas emissões de dióxido de carbono de aproximadamente 650 milhões de toneladas por ano. O PPCDAM possui um conjunto de ações estruturadas em eixos temáticos voltados para o monitoramento e controle do desmatamento, fomento a atividades produtivas sustentáveis e regularização fundiária e ambiental.

A partir de 2009 os estados amazônicos começaram a criar seus próprios Planos de Prevenção e Controle do Desmatamento (PPCD), seguindo o modelo do plano federal. Mas os impactos das ações do Plano nunca foram monitorados, ou seja, as mudanças na realidade local e na dinâmica ambiental, social e econômica dos estados nunca foram medidos e avaliados de forma sistemática.

Com o intuito de preencher essa lacuna, o IPAM desenvolveu esta ferramenta que vai auxiliar também nas discussões sobre a efetividade dos planos, seu aprimoramento e o planejamento de suas próximas fases. A ferramenta permite a visualização dos indicadores de impacto das políticas estaduais por eixo temático: Dados gerais sobre desmatamento, emissões de gases de efeito estufa e degradação, Monitoramento e Controle, Regularização Fundiária e Ordenamento Territorial, e Fomento à Atividades Produtivas Sustentáveis. Além disso, ainda disponibiliza mapa para visualização do desmatamento e focos de calor nos estados, informações sobre a metodologia de construção dos indicadores, cálculo de efetividade, além de uma série de documentos e links com informações relevantes sobre as políticas de controle do desmatamento e iniciativas de monitoramento de politicas públicas.

De acordo com a pesquisadora do IPAM responsável pelo projeto, Ana Carolina Crisostomo, o IPAM pretende que esses indicadores sejam esmiuçados, discutidos, e avaliados. “Nós queremos manter o trabalho de refinamento da coleta de dados para que a Plataforma Indicar fique ainda mais completa e com informações que reflitam a realidade de cada região. Teremos ainda oficinas de capacitação de utilização para os técnicos e gestores dos estados entenderem como avaliar os dados na Plataforma. Entendemos que somente assim vamos conseguir alcançar as mudanças necessárias”, destacou a pesquisadora.

O IPAM espera com a Plataforma Indicar apoiar os estados amazônicos a tornar a gestão de políticas públicas de controle do desmatamento mais eficiente, já que através dos indicadores será possível identificar quais políticas estão funcionando ou não ao longo dos anos. E, além disso, dar mais transparência à sociedade, que até então tinha pouca informação sobre essas políticas.

Para Andrea Azevedo, diretora adjunta do IPAM, que coordena a iniciativa da Plataforma Indicar, os maiores desafios a partir de agora são a melhoria da sistematização dos dados das secretarias, com investimentos para facilitar o acesso e a sua manipulação, conseguir incluir os indicadores que ainda não possuem monitoramento pelos estados e por isso não podem ser incluídos na plataforma, a possibilidade de incorporar novos indicadores, a incorporação das lições do monitoramento e impactos para melhoria dos planos, e por fim, a continuidade do processo, expandindo para outros estados amazônicos.

O processo de construção da Plataforma Indicar Estados o IPAM contou com o a participação ativa dos estados, que foram essenciais para a criação da ferramenta. “Foi um caminho longo, com muito trabalho, mas acredito que a Plataforma Indicar vai possibilitar que todos conheçam de forma clara como o PPCD funciona, auxiliar na gestão e transparência dos resultados dessas políticas, além de aproximar os setores da sociedade, informar e qualificar o debate sobre o desmatamento da Amazônia”, enfatizou o diretor executivo do IPAM, André Guimarães.

Acesse a Plataforma Indicar Estados

Fonte: Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia.

a-agerenteresex

Foto: SEMA-MT.

As unidades de conservação de Mato Grosso Reserva Extrativista (Resex) Guariba-Roosevelt, localizada em Colniza, o Parque Estadual do Cristalino, situado entre os municípios de Alta Floresta e Novo Mundo, e o Parque Estadual Igarapés do Juruena, que abrange as cidades de Colniza e Cotriguaçu, contarão com auxílio de uma caminhonete 4×4 L200 Triton cada no atendimento às demandas de fiscalização e monitoramento ambiental.

Os três veículos foram adquiridos pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), por meio do programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa). Juntos, eles somam um montante de R$ 460 mil. Conforme a coordenadora de Unidades de Conservação da Sema, Paula Marye Andrade, os carros foram solicitados pelo órgão ambiental em 2015 e recebidos nesta semana.

Para ela, esta aquisição representa mais um avanço na gestão ambiental, tendo em vista que as caminhonetes antigas tinham um custo de manutenção em torno de R$ 26 mil cada por ano. “Além de economia, vamos reforçar o trabalho dos gerentes que muitas vezes não tinham como executar as atividades, porque o carro estava desgastado devido os anos de uso”.

Quem também está feliz com a aquisição é o gerente da Resex Guariba-Roosevelt, José Cândido Primo. “Vamos ter mais condições de realizar os trabalhos dentro e no entorno da unidade. Também vamos oferecer mais segurança à equipe”.

Programa Arpa

Coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), o Arpa é gerenciado financeiramente pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) e conta com apoio de recursos doados por Organizações Não-governamentais (ONGs) nacionais e internacionais. A execução é feita pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e os Governos do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins.

Fonte: Fernanda Nazário/ Secretária de Estado de Meio Ambiente – MT.